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    <title>Enterprise Architect - Microsoft Brazil</title>
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    <description>Blog sobre Estratégia, Arquitetura Corporativa e Tendências de TI</description>
    <lastBuildDate>Tue, 16 Apr 2019 06:11:46 GMT</lastBuildDate>
    <language>en-US</language>
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    <item>
      <title>Enterprise Architect: Modelo de avaliação da maturidade de Sistemas de Informação</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/enterprise-architect-modelo-de-avaliao-da-maturidade-de-sistemas-de-informao</link>
      <pubDate>Wed, 21 Sep 2011 16:02:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
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        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/09/21/enterprise-architect-modelo-de-avaliao-da-maturidade-de-sistemas-de-informao/</guid>
      <description><![CDATA[Ol&aacute;,
Em tempos de mudan&ccedil;as constantes muitas vezes as pessoas me perguntam por...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ol&aacute;,</p>
<p>Em tempos de mudan&ccedil;as constantes muitas vezes as pessoas me perguntam por qu&ecirc; a maiorias das empresas n&atilde;o consideram a &aacute;rea de TI um valor estrat&eacute;gico no aspecto de aspecto de inova&ccedil;&atilde;o, mesmo com grandes dependias em tecnologia per si. Analisando este aspecto nos precisamos entender como avaliar sistemas de informa&ccedil;&otilde;es e aspectos organizacionais.</p>
<p>Um estudo que eu fiz durante um dos trabalhos sobre a origem da avalia&ccedil;&atilde;o da maturidade da gest&atilde;o do portf&oacute;lio de aplica&ccedil;&otilde;es poderia talvez esclarecer algumas das perguntas b&aacute;sicas.</p>
<p>Vamos come&ccedil;ar com vida real, na &aacute;rea de TI como na vida real, existem v&aacute;rios n&iacute;veis de maturidade dentro de um mercado s&oacute;. A grande press&atilde;o sobre a alta gerencia de TI, exigindo-se redu&ccedil;&atilde;o de custos, outsourcing, alinhamento com as &aacute;reas de neg&oacute;cio, efici&ecirc;ncia operacional e inova&ccedil;&atilde;o, deixa a maioria das empresas em estado de alerto. Em desespero de mostrar a&ccedil;&otilde;es, decis&otilde;es t&aacute;cticas s&atilde;o na maioria das vezes aplicados com pouco sucesso. Mas por qu&ecirc;? Mina interpreta&ccedil;&atilde;o e que a falta de maturidade &eacute; um das grandes inibidores na &aacute;rea de TI. Mas como avaliar o n&iacute;vel de maturidade?</p>
<h2>&nbsp;</h2>
<h2>Como tudo come&ccedil;ou</h2>
<p>Nos anos 70/80 na era p&ocirc;s mainframe os cientistas come&ccedil;arem questionar como extrair o maior valor dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o. Durante este tempo sugiro um dos modelos mais famoso, o modelo Nolan que captura a evolu&ccedil;&atilde;o da TI dentro das organiza&ccedil;&otilde;es criando uma vis&atilde;o do portfolio de aplica&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gico bem simplista. At&eacute; hoje eu considero este modelo uma leitura valioso e aplic&aacute;vel em quase todas as clientes.</p>
<p>Nolan come&ccedil;ou de dividir os tipos de aplica&ccedil;&otilde;es que foram criados para suportar atividades de gerenciamento (Figura 1) em tr&ecirc;s tipos b&aacute;sicos. Este modelo ajudou na primeira classifica&ccedil;&atilde;o de aplica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/8640.image_6.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/communityserver-blogs-components-weblogfiles/00-00-00-68-39-metablogapi/8640.image_5F00_6.png"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border: 0px;" title="image" border="0" alt="image" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/1222.image_thumb_2.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/communityserver-blogs-components-weblogfiles/00-00-00-68-39-metablogapi/1222.image_5F00_thumb_5F00_2.png" width="492" height="276" /></a></p>
<p align="center">Figura 1 Tipo de Aplica&ccedil;&otilde;es</p>
<p><b>Focus da Empresa:</b></p>
<ol>
<li><b>Operational Systems</b>: Empresa gasta mais tempo e esfor&ccedil;o em aspectos de excel&ecirc;ncia operacionais (&Aacute;reas Internas).</li>
<li><b>Control Systems</b>: Empresa gasta mais tempo e esfor&ccedil;o em aspectos de excel&ecirc;ncia gerenciais (&Aacute;reas Internas).</li>
<li><b>Planning Systems</b>: Empresa gasta mais tempo e esfor&ccedil;o em aspectos estrat&eacute;gicos e planejamento (&Aacute;reas Interna e Externa).</li>
</ol>
<p>Baseado neste modelo voc&ecirc;s poderiam se perguntar quanto esfor&ccedil;o a sua empresa ou departamento gasta para cada categoria de aplica&ccedil;&otilde;es. A &aacute;rea de TI de voc&ecirc;s ajuda as &aacute;reas de neg&oacute;cios em aspectos estrat&eacute;gicos ou simplesmente foca em excel&ecirc;ncia operacional?</p>
<p></p>
<h2>Evolu&ccedil;&atilde;o do modelo &ldquo;Six Steps&rdquo;</h2>
<p>Continuando na evolu&ccedil;&atilde;o do modelo, vamos analisar que Nolan diz ao respeito &agrave; abordagem geral de TI na &aacute;rea de neg&oacute;cios.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/0676.image_4.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/communityserver-blogs-components-weblogfiles/00-00-00-68-39-metablogapi/0676.image_5F00_4.png"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="image" alt="image" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/6355.image_thumb_1.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/communityserver-blogs-components-weblogfiles/00-00-00-68-39-metablogapi/6355.image_5F00_thumb_5F00_1.png" width="479" height="303" /></a></p>
<p align="center">Figura 2 Modelo Six Steps</p>
<p><b>Etapa 1: Initiation</b></p>
<p>De acordo com o artigo Nolan em 1973, os computadores foram introduzidos nas empresas por dois motivos. A primeira raz&atilde;o diz ao respeito &agrave; empresa atingir o volume de processamento de que sem computadores n&atilde;o podem ser realizadas. Al&eacute;m disso, o sucesso do neg&oacute;cio justificava um grande investimento em equipamentos de TI. A segunda raz&atilde;o trata das necessidades computacionais. Nolan definiu a dimens&atilde;o cr&iacute;tica da empresa como o motivo mais prevalente para aquisi&ccedil;&atilde;o de computador. Devido &agrave; falta de familiaridade das pessoas com a nova tecnologia, os usu&aacute;rios recusarem a nova tecnologia. A software era simples de usar e barato de implementar em compara&ccedil;&atilde;o com o mainframe, o que proporciona substancial economia monet&aacute;ria para a empresa. Durante esta fase, o departamento de TI recebi pouca aten&ccedil;&atilde;o da alta ger&ecirc;ncia, com uma atmosfera de "despreocupa&ccedil;&atilde;o".</p>
<p>Pontos importantes:</p>
<ul>
<li>Resistencia contra a nova tecnologia</li>
<li>O pessoal de TI &eacute; "especializados em aprender novas tecnologias".</li>
<li>Falta de planejamento e controle de TI</li>
<li>ocus em aplica&ccedil;&otilde;es funcionais para reduzir custos</li>
</ul>
<p><b>Etapa 2: Contagion</b></p>
<p>Durante a primeira etapa os sistemas de TI foram reconhecidos e muitos usu&aacute;rios se tornarem alienados a computa&ccedil;&atilde;o. Devido a isso, etapa II &eacute; caracterizada por uma necessidade gerencial de explicar e visibilizar o potencial dos sistemas de TI. Isso leva &agrave; ado&ccedil;&atilde;o em &aacute;reas diferentes aumentando a produtividade. Um problema que surgiu na fase II era que a governan&ccedil;a n&atilde;o foi desenvolvida para a nova realidade e inevitavelmente, levou uma satura&ccedil;&atilde;o das capacidades existentes e aumento a necessidade de novos equipamentos. A sofistica&ccedil;&atilde;o dos sistemas necessitou de profissionais especializados com alta qualifica&ccedil;&atilde;o que era um aspecto altamente critico. O or&ccedil;amento da &aacute;rea de TI aumentava significativamente e causou preocupa&ccedil;&atilde;o na alta gerencia. Embora o pre&ccedil;o do Est&aacute;gio II &eacute; alta, &eacute; evidente que o planejamento e controle &eacute; necess&aacute;rio.</p>
<p>Pontos Importantes:</p>
<ul>
<li>Aumento do numero de aplica&ccedil;&otilde;es novas.</li>
<li>Usu&aacute;rios s&atilde;o entusiasmados com a utiliza&ccedil;&atilde;o de computadores.</li>
<li>Controlo e gest&atilde;o &eacute; ainda mais descontra&iacute;do sem regras definidas.</li>
<li>Crescimento dos or&ccedil;amentos da are de TI.</li>
<li>Crescimento do uso do computador ocorre em todas as &aacute;reas funcionais da organiza&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p><b>Etapa 3: Control</b></p>
<p>Est&aacute;gio III &eacute; uma rea&ccedil;&atilde;o contra os gastos excessivos da etapa 2. Durantes a etapa 3, a &aacute;rea de TI come&ccedil;ou criar a gest&atilde;o organizada, o que levou o desenvolvimento de documenta&ccedil;&atilde;o, padr&otilde;es de opera&ccedil;&atilde;o e a governan&ccedil;a integrada entre os sistemas. Durante a etapa III, ocorreu uma mudan&ccedil;a de gest&atilde;o de computadores para gest&atilde;o de recursos de TI. Esta mudan&ccedil;a &eacute; um resultado da an&aacute;lise como aumentar o controle de gest&atilde;o e planejamento em opera&ccedil;&otilde;es de processamento de dados. Al&eacute;m disso, a mudan&ccedil;a proporcionou a flexibilidade no processamento de dados que &eacute; necess&aacute;rio em caso de mudan&ccedil;as na &aacute;rea de gest&atilde;o. A principal caracter&iacute;stica da terceira fase &eacute; a reconstru&ccedil;&atilde;o da opera&ccedil;&atilde;o e governan&ccedil;a.</p>
<p>Pontos Importantes:</p>
<ul>
<li>TI cada vez mais importante para a organiza&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Controles centralizados s&atilde;o postas em pr&aacute;tica.</li>
<li>Aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o muitas vezes incompat&iacute;veis ou inadequados.</li>
<li>Uso de banco de dados e comunica&ccedil;&otilde;es, muitas vezes com a rea&ccedil;&atilde;o negativa de gest&atilde;o em geral.</li>
<li>A frustra&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio final &eacute; muitas vezes o resultado por falta de integra&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p><b>Etapa 4: Integration</b></p>
<p>Etapa 4 apresenta a ado&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias para integrar os sistemas que foram previamente isoladas (Silos) . As inefici&ecirc;ncias associadas com r&aacute;pido crescimento pode criou uma nova onda de problemas simultaneamente. Esta &eacute; a &uacute;ltima etapa que Nolan reconheceu em sua proposta inicial dos est&aacute;gios de crescimento em 1973.</p>
<p>Pontos Importantes:</p>
<ul>
<li>Aumento do controle pelos usu&aacute;rios.</li>
<li>Aumento do or&ccedil;amento de TI.</li>
<li>Aumento na procura de banco de dados on-line.</li>
<li>N&atilde;o h&aacute; planejamento formal e controle dentro de processamento de dados.</li>
<li>Usu&aacute;rios s&atilde;o mais respons&aacute;veis ??por suas aplica&ccedil;&otilde;es.</li>
<li>Comit&ecirc;s de gest&atilde;o, aplica&ccedil;&otilde;es de planejamento financeiro se torna importante.</li>
<li>Processamento de dados tem gest&atilde;o e padr&otilde;es estabelecidos.</li>
</ul>
<p><b>Etapa 5: Data Adminstration</b></p>
<p>Nolan determinou que quatro etapas n&atilde;o foram suficientes para descrever a evolu&ccedil;&atilde;o de TI em uma organiza&ccedil;&atilde;o e acrescentou etapa 5, em 1979. Etapa 5 apresentou uma nova &ecirc;nfase no gerenciamento de dados corporativo ao inv&eacute;s de TI. Esta etapa e marcada pelo desenvolvimento e maturidade do novo conceito de administra&ccedil;&atilde;o de dados.</p>
<p>Pontos Importantes:</p>
<ul>
<li>Conceito de administra&ccedil;&atilde;o de dados &eacute; apresentada.</li>
<li>N&atilde;o h&aacute; identifica&ccedil;&atilde;o de semelhan&ccedil;as de dados, seu uso e seus significados dentro da organiza&ccedil;&atilde;o como um todo.</li>
<li>O portfolio de aplica&ccedil;&otilde;es &eacute; integrado na organiza&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Departamento de processamento de dados agora serve mais como um administrador de recursos de dados do que de m&aacute;quinas.</li>
<li>Uma diferen&ccedil;a fundamental &eacute; o uso do termo IT / IS em vez de processamento de dados ..</li>
</ul>
<p><b>Etapa 6: Maturity</b></p>
<p>Na etapa 6, o portf&oacute;lio de aplicativos - tarefas como entrada ordenada, contabilidade geral, e planejamento das necessidades - est&aacute; conclu&iacute;do. Durante esta fase, o acompanhamento do crescimento de vendas se torna um aspecto importante. H&aacute; tr&ecirc;s aspectos do controle de gest&atilde;o; fabrica&ccedil;&atilde;o, marketing e financeira. Controle de fabrica&ccedil;&atilde;o exige previs&atilde;o - olhando para as necessidades futuras. Controle de marketing estritamente trata se de pesquisa. Controlo financeiro, previs&otilde;es do fluxo de caixa para o futuro. A etapa 6 permite que a organiza&ccedil;&atilde;o funciona em n&iacute;veis elevadas de efici&ecirc;ncia.</p>
<ul>
<li>Sistemas agora refletem as necessidades de informa&ccedil;&atilde;o real da organiza&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Maior uso de recursos de dados para desenvolver aplica&ccedil;&otilde;es competitivas e oportunistas.</li>
<li>Processamento de dados agora enfatiza dados de planejamento de recursos estrat&eacute;gicos.</li>
<li>Usu&aacute;rios e departamentos s&atilde;o co-respons&aacute;veis ??pelo uso de recursos de dados dentro da organiza&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Gerente de TI assume a mesma import&acirc;ncia na hierarquia organizacional como dizem que o diretor de finan&ccedil;as ou diretor de RH</li>
</ul>
<p>E voc&ecirc;s? Como voc&ecirc;s se avaliem?</p>
<p>Os cr&iacute;ticos deste modelo acham que apresenta v&aacute;rias falhas &eacute; um pouco fora de data. Enquanto o tempo progrediu, muitos continuarem considerar que este modelo continua ter um valor anal&iacute;tico e inovadora.</p>
<p>Vamos continuar, Markus</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Enterprise Architect: Fatores influenciadores da adoção de novas tecnologias e sistemas em TI</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/enterprise-architect-fatores-influenciadores-da-adoo-de-novas-tecnologias-e-sistemas-em-ti</link>
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 14:23:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/09/19/enterprise-architect-fatores-influenciadores-da-adoo-de-novas-tecnologias-e-sistemas-em-ti/</guid>
      <description><![CDATA[Ola tudo bem ?
A ado&ccedil;&atilde;o da Tecnologia e Sistemas da Informa&ccedil;&atilde;o &eacute;...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ola tudo bem ?</p>
<p>A ado&ccedil;&atilde;o da Tecnologia e Sistemas da Informa&ccedil;&atilde;o &eacute; estudada h&aacute; v&aacute;rios anos e mesmo assim existe uma percep&ccedil;&atilde;o distorcida e question&aacute;vel sobre o valor da &aacute;rea de TI. Considerando os aspectos doo valor de TI nos Arquitetos Corporativos (EA) precisamos conhecer modelos que ajudam analisar o papel da &aacute;rea de TI dentro da organiza&ccedil;&atilde;o. S&oacute; assim, na minha percep&ccedil;&atilde;o, podemos entregar servi&ccedil;os que atendam a capacidade de absorver mudan&ccedil;as.</p>
<p>Como mencionei no &uacute;ltimo post sobre os modelos de maturidade, existem na vida real e na &aacute;rea de TI, v&aacute;rios n&iacute;veis de maturidade dentro de um s&oacute; mercado. Uma das primeiras tarefas durante um projeto de Arquitetura Corporativa &eacute; analisar os fatores que poderiam influenciar a ado&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias. Quais s&atilde;o as preocupa&ccedil;&otilde;es e atividades da &aacute;rea de TI? Quais s&atilde;o as for&ccedil;as que direcionam e definem as prioridades? Qual &eacute; a vis&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o sobre a &aacute;rea de TI?</p>
<p>Durantes os primeiros anos do estudo da evolu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea da computa&ccedil;&atilde;o, todo foco era em gerenciar as atividades de opera&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o, coleta de dados e etc. Com a aceita&ccedil;&atilde;o geral da &aacute;rea da computa&ccedil;&atilde;o pelos usu&aacute;rios, as necessidades de aplica&ccedil;&otilde;es com novas fun&ccedil;&otilde;es verticais foram criadas e implementadas sem que houvesse uma estrat&eacute;gia, governan&ccedil;a e controle centralizado.</p>
<p>Padecendo do impacto causado pelo ambiente ca&oacute;tico gerado pelas implementa&ccedil;&otilde;es sem governan&ccedil;a, &aacute;reas especializadas foram criadas em grande parte das empresas com o intuito de planejar recursos e tecnologia, com a vis&atilde;o de longo prazo. . Dessa forma, podemos verificar que duas grandes &aacute;reas definiram a Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o nas empresas at&eacute; hoje:&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Technology Driven</b> &ndash; &Aacute;rea de TI definiu a estrat&eacute;gia de TI (Transacional)</li>
<li><b>User Driven</b> &ndash; &Aacute;reas funcionais definiram a estrat&eacute;gia de TI (Funcional)</li>
</ul>
<p>Com o envolvimento dos usu&aacute;rios no processo de decis&otilde;es de TI (departamentos funcionais), as m&eacute;tricas de sucesso foram definidas com base no prazo de entrega de novos sistemas, e a percep&ccedil;&atilde;o da simplicidade de uso para os usu&aacute;rios. Claro que nem todas as &aacute;reas absorveram as possibilidades da computa&ccedil;&atilde;o na mesma velocidade.</p>
<p>Analisando esta evolu&ccedil;&atilde;o, ou talvez, movimenta&ccedil;&atilde;o, n&oacute;s podemos perceber que at&eacute; este momento toda vis&atilde;o era determinada por esses dois grandes influenciadores, sem considerar a gera&ccedil;&atilde;o de valor para o negocio, no &acirc;mbito da organiza&ccedil;&atilde;o. Muita redund&acirc;ncia e ilhas isoladas foram criadas sem integra&ccedil;&atilde;o e sinergia. Simplesmente todo mundo era dono da pr&oacute;pria ilha.</p>
<p>Um modelo que garanta retorno mensur&aacute;vel e uma estrat&eacute;gia &ldquo;top down&rdquo; para os projetos de TI &eacute; uma necessidade que foi se tornando cada vez mais essencial. . Assim come&ccedil;ou ser aplicado o modelo conhecido por &ldquo;<b>Information System Management</b>&rdquo;, que at&eacute; hoje &eacute; considerado um pilar elementar. A cria&ccedil;&atilde;o de uma vis&atilde;o unificada do papel de TI dentro da organiza&ccedil;&atilde;o, com atividades e recursos e considerando aspectos externos e internos, &eacute; o objetivo principal da vis&atilde;o do <b>Information System Management</b> dentro da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Qual n&iacute;vel de maturidade tem a &aacute;rea de TI dentro da sua organiza&ccedil;&atilde;o? Quais s&atilde;o os aspectos que influenciam a defini&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia de TI? Analisando este modelo, sua empresa esta pronta para absorver uma mudan&ccedil;a com a vis&atilde;o de <b>Information System Management </b>?</p>
<p>Pesquisas feitas por Albert Otto Hirschman<span style="text-decoration: underline;"> </span>mostra um modelo de tr&ecirc;s est&aacute;gios para avaliar a situa&ccedil;&atilde;o organizacional.</p>
<p>Vamos analisar este modelo:</p>
<blockquote>
<p><b>1) </b><b>Delivery (Climb - Internal)</b></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o tratem na maior, assuntos internos (TI), aumentar a efici&ecirc;ncia na habilidade de entregar e suportar sistemas e tecnologia. O objetivo fundamental &eacute; estabelecer uma alta credibilidade em respeito da percep&ccedil;&atilde;o da gerencia, como uma fun&ccedil;&atilde;o de valor. A consequ&ecirc;ncia desta vis&atilde;o &eacute; que a melhoraria na efici&ecirc;ncia da entrega, n&atilde;o providencia, na maioria dos casos, os servi&ccedil;os que os usu&aacute;rios realmente precisam.</p>
</blockquote>
<p></p>
<blockquote>
<p><b>2) </b><b>Reorientation (Climb - Internal)</b></p>
<p>Estabelecer um relacionamento constante com as &aacute;reas de neg&oacute;cios, suportar as demandas da &aacute;rea de negocio com provisionamento de novas capacidades de TI. O objetivo fundamental &eacute; de providenciar servi&ccedil;os de valor para toda ger&ecirc;ncia organizacionais. As diferentes &aacute;reas se beneficiam de outras maneiras, sem considerar a import&acirc;ncia da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p></p>
<p><b>3) </b><b>Reorganization (Top-Down)</b></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>O n&iacute;vel elevado de consci&ecirc;ncia criado nas &aacute;reas de neg&oacute;cio e na alta ger&ecirc;ncia, cria a possibilidade e necessidade de iniciar uma reorganiza&ccedil;&atilde;o de responsabilidades. Faz-se necess&aacute;ria a cria&ccedil;&atilde;o de uma nova estrutura e vis&atilde;o que atenda a integra&ccedil;&atilde;o entre investimentos em sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, estrat&eacute;gia e fun&ccedil;&otilde;es da &aacute;rea de neg&oacute;cio. O objetivo fundamental &eacute; estabelecer e definir uma estrat&eacute;gia que esteja de acordo com as diferentes requisi&ccedil;&otilde;es das &aacute;reas de neg&oacute;cio, atrav&eacute;s de coaliz&atilde;o de responsabilidades de gerenciar sistemas de informa&ccedil;&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>Em qual n&iacute;vel, a empresa onde voc&ecirc; trabalha se encontra no modelo <b>Information System Management</b>? O que isso significa para voc&ecirc;, como parte deste grupo?</p>
<p>Vamos continuar discutindo e, na pr&oacute;xima vez, falar sobre aspectos organizacionais.</p>
<p>Grato, Markus</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Enterprise Architect: Falando de inovação mas continuando na era transacional.</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/enterprise-architect-falando-de-inovao-mas-continuando-na-era-transacional</link>
      <pubDate>Fri, 16 Sep 2011 10:44:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/09/16/enterprise-architect-falando-de-inovao-mas-continuando-na-era-transacional/</guid>
      <description><![CDATA[Numa &eacute;poca em que a maioria das organiza&ccedil;&otilde;es s&oacute; se fala em...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Numa &eacute;poca em que a maioria das organiza&ccedil;&otilde;es s&oacute; se fala em inova&ccedil;&atilde;o e aspectos de redes sociais, eu estou perguntando: &ldquo;Por que o objetivo da &aacute;rea de TI esta continuando de ser transicional?&rdquo;. Considerando os aspectos do valor de TI os Arquitetos Corporativos (EA) precisam conhecer modelos que ajudam analisar o objetivo prim&aacute;rio da &aacute;rea de TI na organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Durante meus projetos no mundo inteiro eu vi poucas empresas que conseguirem chegar ao objetivo prim&aacute;rio da TI, de ser considerado um valor estrat&eacute;gico. Durante a evolu&ccedil;&atilde;o do papel de TI foram definidos tr&ecirc;s objetivos principais para sistemas e tecnologias de informa&ccedil;&otilde;es.</p>
<ol>
<li><b>TRANSACIONAL (Data Processing):</b> Melhorar a efici&ecirc;ncia operacional, automatizando os processos de informa&ccedil;&atilde;o (Interno).<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li><b>INFORMACIONAL (Management Information System</b>): Aumentar a efic&aacute;cia da gest&atilde;o, satisfazendo suas necessidades de informa&ccedil;&atilde;o para tomada de decis&atilde;o (Interno).</li>
<li><b>ESTRAT&Eacute;GIC ( Strategic Information System):</b> Melhorar a competitividade, mudando a natureza ou a condu&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios (Externo + Interno).</li>
</ol>
<p>Os objetivos das eras transacional e informacional s&atilde;o, estritamente falando, um subconjunto do objetivo estrat&eacute;gico para melhorar a competitividade. Mas isto tende a ser alcan&ccedil;ado indiretamente por meio de capacidades SI / TI melhorando as pr&aacute;ticas atuais (Efici&ecirc;ncia).</p>
<p>Por exemplo, o foco da reengenharia de processos de neg&oacute;cio (BPR) &eacute; visto como melhorar a competitividade, mas isto &eacute; conseguido atrav&eacute;s de redesenho de processos, considerando as capacidades de TI em fornecer novas possibilidades de design e inova&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Embora o objetivo de sistemas de informa&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicos &eacute; mais imediatamente relacionado com o neg&oacute;cio, o sucesso na realiza&ccedil;&atilde;o dos objetivos transicional e informacional poderiam consideravelmente contribuir no sucesso do neg&oacute;cio.</p>
<p>&nbsp; <a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/0525.image_2.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/communityserver-blogs-components-weblogfiles/00-00-00-68-39-metablogapi/0525.image_5F00_2.png"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="image" border="0" alt="image" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/4745.image_thumb.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/communityserver-blogs-components-weblogfiles/00-00-00-68-39-metablogapi/4745.image_5F00_thumb.png" width="471" height="318" /></a> Galliers and Somogyi, in the book Towards Strategic Information Systems</p>
<p>A rela&ccedil;&atilde;o entre os tr&ecirc;s objetivos &eacute; fundamental, assim como bons sistemas informacionais dependam em sistemas transacionais de alta qualidade para obter informa&ccedil;&otilde;es precisas, sistemas de informa&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gicos dependem em sistemas transacionais e sistemas informacionais para o provisionamento de informa&ccedil;&otilde;es apropriadas. Podemos-vos considerar que na maioria sistemas de informa&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica n&atilde;o s&atilde;o aplica&ccedil;&otilde;es isoladas, muitas vezes s&atilde;o as mesmas fun&ccedil;&otilde;es que para sistemas transacionais ou aplica&ccedil;&otilde;es de informa&ccedil;&otilde;es, s&oacute; em contexto mais amplo com a vis&atilde;o estrat&eacute;gica.</p>
<p>Este novo contexto e a lata criticidade pode colocar uma press&atilde;o consider&aacute;vel sobre capacidades de TI da baixa plataforma, que foram desenvolvidos para sistemas menos exigentes e menos cr&iacute;ticos. Esta mudan&ccedil;a poderia iniciar a evolu&ccedil;&atilde;o das capacidades b&aacute;sicas de infraestrutura em conjunto com um aumento do profissionalismo da &aacute;rea.</p>
<p>Podemos agora responder a pergunta do come&ccedil;o deste post?</p>
<p>Na minha vis&atilde;o uma grande maioria das empresas Brasileiras n&atilde;o considera a &aacute;rea de TI um aspecto estrat&eacute;gico, por causa da baixa maturidade dos sistemas transacionais e informacionais.</p>
<p>Baixa efici&ecirc;ncia em conjunto com custo alto e falta de vis&atilde;o estrat&eacute;gico, inibi a possibilidade de criar valor estrat&eacute;gico para a organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Resumindo, n&atilde;o existe magica, sem passar por um processo de amadurecimento estruturado &eacute; dif&iacute;cil de melhorar a competitividade, mudando a natureza ou a condu&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Thanks Markus</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Enterprise Architect - Brasil</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/enterprise-architect-brasil</link>
      <pubDate>Thu, 01 Sep 2011 12:48:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/09/01/enterprise-architect-brasil/</guid>
      <description><![CDATA[Ol&aacute;,
Como muitas j&aacute; sabem eu mudei o time na Microsoft Brasil. Hoje estou atuando...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ol&aacute;,</p>
<p>Como muitas j&aacute; sabem eu mudei o time na Microsoft Brasil. Hoje estou atuando como um dos primeiros Enterprise Architects na &aacute;rea de servi&ccedil;o da Microsoft. Esta oportunidade abriu um lado de atuar na &aacute;rea de neg&oacute;cio alinhando as necessidades com as capacidades de TI sem entrar em aspectos de tecnologia. &nbsp;</p>
<p>Baseado nesta mudan&ccedil;a eu gostaria de come&ccedil;ar um blog 100% dedicado na minha fun&ccedil;&atilde;o de &ldquo;Enterprise Architect&rdquo;&nbsp; analisando v&aacute;rios aspectos como&rdquo;:</p>
<ul>
<li>O que &eacute; um Enterprise Architect.</li>
<li>Quais s&atilde;o as &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o de um Enterprise Architect.</li>
<li>Dia dia de um Enterprise Architect no Brasil.</li>
<li>Melhoras praticas de um Enterpirse Architect .</li>
<li>Vis&atilde;o estrat&eacute;gico da &aacute;rea de Enterprise Architect.</li>
</ul>
<p>...</p>
<p>&Oacute;timo espero que voc&ecirc;s v&atilde;o gostar ;)</p>
<p>&nbsp;Markus</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Novidades e o impacto para os Arquitetos de TI</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/novidades-e-o-impacto-para-os-arquitetos-de-ti</link>
      <pubDate>Mon, 13 Jun 2011 06:40:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/06/13/novidades-e-o-impacto-para-os-arquitetos-de-ti/</guid>
      <description><![CDATA[Bom dia , tudo bem ?
Vamos analisar as novidades e o impacto para os Arquitetos de TI. Para mim o...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia , tudo bem ?</p>
<p>Vamos analisar as novidades e o impacto para os Arquitetos de TI. Para mim o MSS-2011 foi provavelmente o melhor MMS que eu j&aacute; viu durante o meu tempo na Microsoft , por que?&nbsp; Todas as novas vers&otilde;es dos produtos existentes e as novas ideias gerarem muita energia e entusiasmo das equipes de produtos e dos clientes.&nbsp; Aqui est&atilde;o alguns destaques em refer&ecirc;ncia os lan&ccedil;amentos de produtos e atualiza&ccedil;&otilde;es:</p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<h2>Projeto Concero</h2>
<p>Um portal web de autoatendimento para provisionamento de servi&ccedil;os, m&aacute;quinas virtuais e nuvens privadas. As solu&ccedil;&otilde;es de gerenciamento de nuvem e datacenters da linha system Center 2012 capacita o IT-Pro com um conjunto de capacidades de gerenciamento comum para seus aplicativos na nuvem privadas e p&uacute;blicos. O objetivo principal &eacute; ajudar voc&ecirc;s de criar e consumir todo o poder da computa&ccedil;&atilde;o em nuvem privada e p&uacute;blico mais f&aacute;cil e eficiente poss&iacute;vel.</p>
<p>As vers&otilde;es 2012 fornece a capacidade para os clientes criar e gerenciar seus nuvens privadas usando a infraestrutura de virtualiza&ccedil;&atilde;o fornecida pelo Windows Server 2008 R2, Hyper-V e outras plataformas de virtualiza&ccedil;&atilde;o. O novo portal de autoatendimento (Concero) permite que os consumidores podem consumir as capacidades da nuvem de forma &aacute;gil e com uma experi&ecirc;ncia mais f&aacute;cil baseado no conceito de web </p>
<p>Leia mais aqui, <a href="http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2011/03/25/announcing-system-center-project-codename-concero.aspx">http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2011/03/25/announcing-system-center-project-codename-concero.aspx</a></p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<h2>&nbsp;</h2>
<h2>System Center Configuration Manager 2012 Beta 2 Release (Linux, Unix Supporte )</h2>
<p>A equipe do Configuration Manager tive o prazer de anunciar o lan&ccedil;amento de configura&ccedil;&atilde;o Manger 2012 Beta 2! Est&aacute; agora dispon&iacute;vel em Connect, https://connect.microsoft.com/ConfigurationManagervnext/Downloads/DownloadDetails.aspx?DownloadID = 34794</p>
<p>Esta vers&atilde;o tem um monte de novos recursos, muitos tamb&eacute;m listados aqui. Eu vou criar um post separado com os destaques. Gostaria de sugerir a todos os amigos do SCCM baixar esta vers&atilde;o e realizar extensos testes em seus laborat&oacute;rios, h&aacute; mudan&ccedil;as significativas para o modelo de distribui&ccedil;&atilde;o de Software. </p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<p>Leia mais aqui: <a href="http://blogs.technet.com/b/configmgrteam/archive/2011/03/23/announcement-system-center-configuration-manager-2012-beta-2-has-been-released.aspx">http://blogs.technet.com/b/configmgrteam/archive/2011/03/23/announcement-system-center-configuration-manager-2012-beta-2-has-been-released.aspx</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>System Center Orchestrator (Antigo Opalis)</h2>
<p>Para aqueles de voc&ecirc;s que est&atilde;o familiarizados com o Opalis, este &eacute; o novo nome para esse produto. Lembre-se a funcionalidade de macro no Windows 3 x? Pense sobre uma plataforma que se estende a maioria dos produtos MS e non MS para permitir automatizar tarefas e gerar fluxos de trabalho. Por exemplo: Capacitar o consumidor solicitar uma atualiza&ccedil;&atilde;o para o Windows 7 atrav&eacute;s de um portal de Silverlight. </p>
<p>Leia mais aqui: <a title="http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2011/03/24/welcome-to-the-family-system-center-orchestrator.aspx" href="http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2011/03/24/welcome-to-the-family-system-center-orchestrator.aspx">http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2011/03/24/welcome-to-the-family-system-center-orchestrator.aspx</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>System Center Operations Manager 2012 (Tem muito mais chegando)</h2>
<p>Monitoramento de rede...e outras novidades impressionantes n&atilde;o mencionadas. . Avicode adquirido pela Microsoft , j&aacute; n&atilde;o &eacute; uma produto separado sem integra&ccedil;&atilde;o com produtos Microsoft (fora dos IP&rsquo;s). Novos pain&eacute;is e eles s&atilde;o muito boms e uteis. Ainda tem um construtor de painel de controle usando widgets !!. Durante o demo fui mostrado &agrave; nova funcionalidade do Dashboard mostrando a topologia, n&iacute;vel de servi&ccedil;o, perspectivas e alertas. Mostrou a integra&ccedil;&atilde;o com AVIcode e como aplicativos .Net podem ser depurado atrav&eacute;s do AVIcode &ndash; quebrando as chamadas para determinar onde a desacelera&ccedil;&atilde;o do desempenho aconteceu e o que causou do problema. Tamb&eacute;m mostrou como pain&eacute;is de controle podem ser publicados para SharePoint. Lembrando que Xbox Live USA usa OpsMgr e AVIcode para monitorar seu ambiente !! </p>
<p>Integra&ccedil;&atilde;o completa monitoramento de Aplicativos NET e J2EE para o m&aacute;ximo de disponibilidade e desempenho !!</p>
<p> <b>&nbsp;</b></p>
<p>Leia mais aqui: <a title="http://systemcentervnext.com/blogs/vnext/archive/2010/12/09/system-center-operations-manager-2012-with-vlad-joanovic.aspx" href="http://systemcentervnext.com/blogs/vnext/archive/2010/12/09/system-center-operations-manager-2012-with-vlad-joanovic.aspx">http://systemcentervnext.com/blogs/vnext/archive/2010/12/09/system-center-operations-manager-2012-with-vlad-joanovic.aspx</a></p>
<h2>System Center Virtual Machines Manager 2012 Beta 2 Release (Hyper-V,VMWare,Xen support )</h2>
<p>Esta vers&atilde;o tem um monte de novos recursos, muitos tamb&eacute;m listados aqui. Eu vou criar um post separado com os destaques. Gostaria de sugerir todos os amigos do SCVMM baixar esta vers&atilde;o e realizar extensos testes em seus laborat&oacute;rios, h&aacute; mudan&ccedil;as significativas para o modelo de distribui&ccedil;&atilde;o de Software.</p>
<ul>
<li>Gerenciamento de F&aacute;brica (Fabric Management) </li>
<li>Third Party Virtualization Platforms </li>
<li>Network Management &ndash; Gerenciamento de Pools de IP, endere&ccedil;os MAC e Load Balance. </li>
<li>Storage Management &ndash; Classifica&ccedil;&atilde;o de Storage, gerenciamento de Pool de Storages e LUNs </li>
<li>Resource Optimization </li>
<li>Cloud Management </li>
<li>Service Lifecycle Management </li>
</ul>
<p>Leia mais aqui: <a title="http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=e0fbb298-8f02-47e7-88be-0614bc44ee32" href="http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=e0fbb298-8f02-47e7-88be-0614bc44ee32">http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=e0fbb298-8f02-47e7-88be-0614bc44ee32</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>System Center Advisor (Projeto Atlanta)</h2>
<p>Um Servi&ccedil;o no Azure que anteriormente tinha o codinome "projeto Atlanta" &eacute; um servi&ccedil;o de nuvem que permite que profissionais de TI a avaliar sua configura&ccedil;&atilde;o de servidor, evitar proativamente problemas e resolver quest&otilde;es mais r&aacute;pidas, salvando as organiza&ccedil;&otilde;es tanto tempo e dinheir. Beta atualmente dispon&iacute;vel. Durante sua apresenta&ccedil;&atilde;o keynote no MMS 2011, Brad Anderson anunciou a disponibilidade do Release Candidate (RC) do Microsoft System Center Advisor. </p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<p>Leia mais aqui: <a href="http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&amp;biw=1436&amp;bih=793&amp;q=System+Center+Advisor&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;fp=43c5e35e9da7022a">http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&amp;biw=1436&amp;bih=793&amp;q=System+Center+Advisor&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;fp=43c5e35e9da7022a</a></p>
<h2>&nbsp;</h2>
<h2>Windows Intune RTM</h2>
<p>A Microsoft lan&ccedil;ou a vers&atilde;o final do Windows Intune durante o MMS 2011. Windows Intune &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o de gerenciamento da Microsoft para pequenas e m&eacute;dias empresas em nuvem. Como Microsoft prometido no final de fevereiro, o software est&aacute; dispon&iacute;vel em 35 pa&iacute;ses e vem com uma assinatura de avalia&ccedil;&atilde;o de 30 dias para pequenas empresas que procuram para experimentar a su&iacute;te de gerenciamento remoto acess&iacute;vel ao navegador de internet. Com Intune, voc&ecirc; pode remotamente monitorar as condi&ccedil;&otilde;es de hardware, software e seguran&ccedil;a de todos os computadores pertencentes &agrave; empresa e fornecer suporte remoto atrav&eacute;s do mesmo console. "Se voc&ecirc; tiver um PC e pode conect&aacute;-lo &agrave; Internet, ele pode ser gerenciado e melhor protegido com Windows Intune - e que &eacute; um benef&iacute;cio para ele e para os usu&aacute;rios finais," </p>
<p>Leia mais aqui: <a title="http://www.microsoft.com/windows/windowsintune/pc-management.aspx" href="http://www.microsoft.com/windows/windowsintune/pc-management.aspx">http://www.microsoft.com/windows/windowsintune/pc-management.aspx</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Keynote Downloads </h2>
<ul>
<li>Day 1 Keynote, You Empowered by the Cloud:      
<ul>
<li>http://www.mms-2011.com/p/mms2011/resources/KEY1.WMV </li>
</ul>
</li>
<li>Day 2 Keynote, You! Empowered to Embrace Consumerization:      
<ul>
<li>http://technet.microsoft.com/en-us/edge/mms-2011-day-2-keynote.aspx </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Conclus&atilde;o : A System Center Suite esta ficando ainda mais maduro com uma integra&ccedil;&atilde;o e portofolio de capacidades impressionante, esteja pronto para as pr&oacute;ximas vers&otilde;es. A observa&ccedil;&atilde;o maior foi a sinergia entre todos os produtos atrav&eacute;s das interfaces e conceitos comuns.</p>
<p>At&eacute; mais, Markus</p>
<div style="margin: 0px; display: inline; float: none; padding: 0px;" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:7718f4a4-a531-47e9-a76d-a85d6804a43e" class="wlWriterEditableSmartContent">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/MMS+2011" rel="tag">MMS 2011</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Arquitetura" rel="tag">Arquitetura</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Microsoft+Online+Services" rel="tag">Microsoft Online Services</a></div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Plataforma de Aplicações com WCF 4.0, AppFabric, BizTalk</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/plataforma-de-aplicaes-com-wcf-4-0-appfabric-biztalk</link>
      <pubDate>Wed, 11 May 2011 11:00:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/05/11/plataforma-de-aplicaes-com-wcf-4-0-appfabric-biztalk/</guid>
      <description><![CDATA[Ol&aacute; tudo bem? 
Depois de um tempo sem criar conte&uacute;do eu estou de volta tentando de...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p>Ol&aacute; tudo bem? </p>
<p>Depois de um tempo sem criar conte&uacute;do eu estou de volta tentando de inspirar voc&ecirc;s com informa&ccedil;&otilde;es sobre a plataforma de aplica&ccedil;&otilde;es.Uma das coisas que eu sou frequentemente solicitado &eacute; de criar uma matriz de aplicabilidade.Qual a tecnologia se aplica melhor aos desafios espec&iacute;ficos de uma empresa? </p>
<p>N&atilde;o parece ser uma necessidade urgente, na vis&atilde;o de algumas pessoas na &aacute;rea de venda, mas com os produtos atuais e os futuros lan&ccedil;amentos, na &eacute; f&aacute;cil de escolher a tecnologia adequada para um cen&aacute;rio especifico. Neste post, vamos tentar de esclarecer algumas quest&otilde;es b&aacute;sicas e oferecendo um quadro de refer&ecirc;ncia sobre a forma como eu interpreto l&oacute;s em cen&aacute;rios corporativos. Vamos come&ccedil;ar com uma introdu&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida dos novos servi&ccedil;os da Microsoft. Especificamente, WCF 4,0, AppFabric Server e AppFabric Azure. Nesta vis&atilde;o, eu vou restringir a discuss&atilde;o &agrave;s tecnologias que se relacionam especificamente para os desafios tradicionais de integra&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table cellpadding="2" cellspacing="0" border="2" style="width: 506px; height: 399px;">
<tbody>
<tr>
<td width="621" valign="top"><b>
<h1>Windows Communications Foundation (WCF) 4</h1>
</b></td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<ul>
<li>Este lan&ccedil;amento centra-se na facilidade de uso e gerenciamento, juntamente com novas funcionalidades, tais como roteamento, o suporte para o WS-Discover, e melhorias no WCF Starter Kit Rest. </li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Fun&ccedil;&otilde;es Corporativos</span></b></p>
<ul>
<li>O suporte para o WS-Discovery que permite a descoberta de servi&ccedil;os em uma rede. O suporte &eacute; fornecido atrav&eacute;s de modo gerenciado que usa um proxy centralizado e com o modo ad hoc, em que a localiza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o &eacute; de broadcast. </li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Referencias</span></b></p>
<ul>
<li><a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ee354381.aspx">A Developer&rsquo;s Introduction to Windows Communication Foundation 4</a> </li>
<li><a href="http://microsoftpdc.com/Sessions/FT13">PDC&rsquo; 09: What&rsquo;s New for Windows Communication Foundation 4</a> </li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table cellpadding="2" cellspacing="0" border="2" style="width: 506px; height: 445px;">
<tbody>
<tr>
<td width="621" valign="top"><b>
<h1>Windows Server AppFabric</h1>
</b></td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<ul>
<li>A melhor maneira de pensar do Windows Server AppFabric &eacute; como um substituto para o COM + ambiente de hospedagem. Da mesma forma que o WCF substitu&iacute; web services, Remoting, e DCOM, AppFabric est&aacute; substituindo o COM + ambiente de hospedagem. Administra&ccedil;&atilde;o, acompanhamento dos servi&ccedil;os e ferramentas de gest&atilde;o permitem AppFabric efetuar esse papel. Inclui tamb&eacute;m uma chamada de persist&ecirc;ncia unica de fluxo de trabalho e uma plataforma de caching distribu&iacute;do.</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Fun&ccedil;&otilde;es Corporativos</span></b></p>
<ul>
<li>Baseado no ambiente de hospedagem WAS, que inclui a hospedagem de fluxos de longo dura&ccedil;&atilde;o . </li>
<li>Inclui ferramentas para o gerenciamento, monitoramento e consultas de servi&ccedil;os e fluxos de Net 4.0</li>
<li>Chamada de persist&ecirc;ncia unificada que possibilita o crescimento sobre demanda horizontal, incluindo o monitoramento integrado</li>
<li>Monitoramento de sa&uacute;de da solu&ccedil;&atilde;o e do funcionamento de servi&ccedil;os WCF WF. Instrumenta&ccedil;&atilde;o de alto desempenho baseado em Event Tracing for Windows (ETW) com an&aacute;lise de monitora&ccedil;&atilde;o do SQL usando SQL Server Reporting Services (SSRS).</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Referencias</span></b></p>
<ul>
<li><a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/windowsserver/ee814756.aspx">Microsoft .NET Framework 4 and Windows Server AppFabric Virtual Labs</a></li>
<li><a href="http://microsoftpdc.com/Sessions/FT27">PDC &lsquo;09: Application Server Extensibility with Microsoft .NET 4 and Windows Server AppFabric</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</blockquote>
<blockquote>
<table cellpadding="2" cellspacing="0" border="2" style="width: 508px; height: 370px;">
<tbody>
<tr>
<td width="621" valign="top"><b>
<h1>Windows Azure AppFabric</h1>
</b></td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<ul>
<li>Azure talvez seja mais bem entendida como um servi&ccedil;o paralelo na nuvem da vers&atilde;o local. Ele fornece um registro de servi&ccedil;o, um barramento de servi&ccedil;os e um STS na nuvem.</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Fun&ccedil;&otilde;es Corporativos</span></b></p>
<ul>
<li>Servi&ccedil;o de transmiss&atilde;o que elimina a necessidade de enlaces ponto-a-ponto, em vez roteamento de chamadas n&atilde;o transacional atrav&eacute;s da nuvem.</li>
<li>Servi&ccedil;o de Registro que fornece um feed ATOM de escuta em um espa&ccedil;o particular.</li>
<li>Servi&ccedil;o de autentica&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, com base em declara&ccedil;&otilde;es baseado para autoriza&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="621" valign="top">
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Referencias</span></b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=413E88F8-5966-4A83-B309-53B7B77EDF78&amp;displaylang=en">Windows Azure Platform Training Kit</a></li>
<li><a href="http://live.visitmix.com/MIX10/Sessions/SVC08">Mix &lsquo;10: Connecting Your Applications in the Cloud with Windows Azure AppFabric</a></li>
<li><a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/magazine/dd569756.aspx">Working with the .NET Service Bus</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<blockquote>
<p>Comecei a agrupar essas tecnologias em conjunto e pensar sobre o que os casos de uso s&atilde;o melhores para cada uma das respectivas tecnologias. A imagem abaixo representa estes grupos, juntamente com o caso de uso de arqu&eacute;tipo e caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas das tecnologias de clusters. Este agrupamento representa uma simplifica&ccedil;&atilde;o da realidade fundamental e n&atilde;o conta para muitos dos tons de cinza ;)</p>
<p><a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/BlogFileStorage/blogs_technet/markuschristen/WindowsLiveWriter/PlataformadeAplicaesco.0AppFabricBizTalk_CF0F/image_2.png" original-url="http://blogs.technet.com/blogfiles/markuschristen/WindowsLiveWriter/PlataformadeAplicaesco.0AppFabricBizTalk_CF0F/image_2.png"><img height="251" width="712" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/BlogFileStorage/blogs_technet/markuschristen/WindowsLiveWriter/PlataformadeAplicaesco.0AppFabricBizTalk_CF0F/image_thumb.png" original-url="http://blogs.technet.com/blogfiles/markuschristen/WindowsLiveWriter/PlataformadeAplicaesco.0AppFabricBizTalk_CF0F/image_thumb.png" alt="image" border="0" title="image" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" /></a> </p>
<p>Abra&ccedil;os Markus</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" style="margin: 0px; display: inline; float: none; padding: 0px;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Plataforma+de+Aplica%c3%a7%c3%b5es">Plataforma de Aplica&ccedil;&otilde;es</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/AppFabric">AppFabric</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Windows+Azure">Windows Azure</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/.Net+4.0">.Net 4.0</a></div>
</blockquote>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Cloud Computing para Arquitetos: Microsoft Server Application Virtualization !</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/cloud-computing-para-arquitetos-microsoft-server-application-virtualization</link>
      <pubDate>Mon, 09 May 2011 18:39:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/05/09/cloud-computing-para-arquitetos-microsoft-server-application-virtualization/</guid>
      <description><![CDATA[Bom Dia ! 
Microsoft Server Application Virtualization baseia-se na tecnologia utilizada na Client...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Bom Dia ! </p>
<p>Microsoft Server Application Virtualization baseia-se na tecnologia utilizada na Client Application Virtualization, permitindo a separa&ccedil;&atilde;o do estado e da configura&ccedil;&atilde;o do aplicativo da chamada do sistema operacional. Esta separa&ccedil;&atilde;o e a cria&ccedil;&atilde;o de um imagem fechado permite que aplicativos existentes no Windows, n&atilde;o especificamente para Windows Azure, podem ser instalados em uma &ldquo;Worker Role&rdquo; de Windows Azure. Fazemos isso de uma forma em que o estado do aplicativo &eacute; mantido entre reinicializa&ccedil;&otilde;es ou movimento da &ldquo;Worker Role&rdquo;. Este processo permite que aplicativos existentes, podem ser implementados diretamente sem modifica&ccedil;&atilde;o no Windows Azure, fornecendo ainda mais flexibilidade as organiza&ccedil;&otilde;es de aproveitar os recursos da nuvem. </p>
<p>Analisando os recursos nos podemos ver que a Application Virtualization pode oferecer: </p>
<p><b>Mobilidade dos aplicativos:</b></p>
<p>Server Application Virtualization permite que as organiza&ccedil;&otilde;es movam seus aplicativos de data centers locais para Windows Azure para aproveitar a disponibilidade e escalabilidade sobre demanda . Esta mobilidade fornece um &uacute;nico n&iacute;vel de flexibilidade para organiza&ccedil;&otilde;es como suas necessidades evoluem, permitindo que o movimento de um ambiente para outro conforme necessidades dos seus neg&oacute;cios sem a necessidade de reescrever o aplicativo. </p>
<p><b>Simplifica a implanta&ccedil;&atilde;o:</b></p>
<p>Com Server Application Virtualization, organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o capazes de virtualizar aplicativos uma vez e, em seguida, implantar esses pacotes conforme necess&aacute;rio. Esse processo cria um m&eacute;todo para gerenciar aplicativos, simplesmente e eficiente em toda a sua plataforma de Windows Server ou Windows Azure. </p>
<p><b>Redu&ccedil;&atilde;o dos custos operacionais</b></p>
<p>Usando Microsoft Server Application Virtualization organiza&ccedil;&otilde;es podem obter os benef&iacute;cios de gerenciamento reduzido da plataforma Windows Azure para seus aplicativos existentes. Isso &eacute; oferecido atrav&eacute;s do Microsoft Server Application Virtualization que est&aacute; sendo implantado na plataforma Windows Azure, ou seja, organiza&ccedil;&otilde;es&nbsp; obt&eacute;m os benef&iacute;cios do Windows sem a necessidade de gerenciar um servidor de Windows. </p>
<p>Com a Microsoft Server Application Virtualization as organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o capazes de virtualizar aplicativos uma vez e, em seguida, implantar na sua plataforma de Windows Server &reg; ou para Windows Azure. Microsoft Server Application Virtualization converte aplica&ccedil;&otilde;es tradicionais em imagens de estados separado sem a necessidade de altera&ccedil;&otilde;es no c&oacute;digo, permitindo que voc&ecirc; hospedar uma variedade de aplica&ccedil;&otilde;es de Windows 2008 no &ldquo;WorkerRole&rdquo; de Windows Azure. O processo de convers&atilde;o &eacute; feito usando o App-V Server. Quando o aplicativo do servidor &eacute; sequenciado, as defini&ccedil;&otilde;es da configura&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;os e recursos que o aplicativo usa s&atilde;o detectados e armazenados. O aplicativo sequenciado, em seguida, pode ser implantado via Server Application Virtualization Packaging Tool para uma&nbsp; &ldquo;Worker Role&rdquo; no Windows Azure como um arquivo. Fant&aacute;stico!!!!&nbsp; </p>
<p><b>Microsoft Server Application Virtualization e a VM Role de Windows Azure</b></p>
<p>Microsoft Server Application Virtualization e a VM Role de Windows Azure VM s&atilde;o tecnologias complementares que fornecem op&ccedil;&otilde;es para migrar seus aplicativos existentes do Windows para Windows Azure. Com a fun&ccedil;&atilde;o de VM Role, voc&ecirc; est&aacute; copiando um arquivo VHD Hyper-V com o sistema operacional e aplicativo instalado para o Windows Azure. Com servidor App-V, voc&ecirc; est&aacute; capturando uma imagem do aplicativo com o Server Application Virtualization Sequencer, copiando a imagem at&eacute; ao Windows Azure com Server Application Virtualization Packaging Tool e implant&aacute;-lo em um papel de &ldquo;Worker Role&rdquo; de Windows Azure. </p>
<p><b>Conectar-se novamente &agrave; sua rede Local</b></p>
<p>Para a maioria de voc&ecirc;s, os aplicativos locais que voc&ecirc; deseja virtualizar provavelmente t&ecirc;m que acessar recursos locais dentro de seu dom&iacute;nio ou em seu datacenter. Como voc&ecirc; pode configurar o aplicativo virtualizado acessando a rede interna depois que voc&ecirc; mudou para Windows Azure?" </p>
<p>Com Windows AzureConnect (Beta) , voc&ecirc; pode criar essa liga&ccedil;&atilde;o de dentro de Windows Azure volta para sua rede. Isso cria conex&otilde;es IPsec protegida entre m&aacute;quinas (f&iacute;sicas ou virtuais em ) e Windows Azure. Tenha em mente que voc&ecirc; ter&aacute; para contabilizar a lat&ecirc;ncia entre executando parte de seu servi&ccedil;o no local e parte fora, porque voc&ecirc; est&aacute; executando parte de seu aplicativo em um datacenter e parte em outro. </p>
<p>Atualmente, o Microsoft Server Application Virtualization&nbsp; CTP&nbsp; &eacute; s&oacute; para pessoas convidadas mas por favor, fique atento para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre esta tecnologia e algum meses !!!</p>
<p>Video da tecn&oacute;logia: <a href="http://player.microsoftpdc.com/Session/6f853fa2-06f6-45e5-ac25-18c31cc4ba32">http://player.microsoftpdc.com/Session/6f853fa2-06f6-45e5-ac25-18c31cc4ba32</a></p>
<p>Markus </p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es baseados no CTP e blog do &ldquo;Project Team&rdquo;</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" style="margin: 0px; display: inline; float: none; padding: 0px;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Cloud+Computing">Cloud Computing</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Windows+Azure">Windows Azure</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Arquitetura">Arquitetura</a></div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Arquitetura de TI: Solução de Identidades com Active Directory Federation Services 2.0</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/arquitetura-de-ti-soluo-de-identidades-com-active-directory-federation-services-2-0</link>
      <pubDate>Sun, 08 May 2011 04:29:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/05/08/arquitetura-de-ti-soluo-de-identidades-com-active-directory-federation-services-2-0/</guid>
      <description><![CDATA[&nbsp;
Ol&aacute;, tudo bem?
Trabalhar com identidades &eacute; uma parte critico para qualquer...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Ol&aacute;, tudo bem?</p>
<p>Trabalhar com identidades &eacute; uma parte critico para qualquer tipo de aplica&ccedil;&otilde;es. Desenhar uma estrat&eacute;gia como a aplica&ccedil;&atilde;o se comporta relacionada o acesso externo e interno &eacute; um assunto complexo e com grande impacto. Quem pode acessar a aplica&ccedil;&atilde;o? Quem pode acessar as &aacute;reas restritas? Identidades na &aacute;rea f&iacute;sica s&atilde;o muito comuns. </p>
<p>Tudo mundo precisa v&aacute;rios vezes por dia identidades como passaporte, carteira de motorista etc. Desenvolvedores, provavelmente j&aacute; ouviram algo sobre WIF (Windows Identity Foundation), anteriormente chamado &ldquo;Geneva Framework &rdquo;, que fornece API eficiente para habilitar o contexto de declara&ccedil;&otilde;es em seus aplicativos e criar token de seguran&ccedil;a personalizados.&nbsp; Menos familiar entre os desenvolvedores e IT-Pros &eacute; o Active Directory Federation Services vers&atilde;o 2.0 (AD FS 2.0), originalmente chamado &ldquo; Geneva Server &rdquo; que &eacute; um solu&ccedil;&atilde;o integrada de Single-Sign-On (SSO) e federa&ccedil;&atilde;o prontos para empresas. AD FS 2.0 &eacute; uma evolu&ccedil;&atilde;o do AD FS 1.0 e oferece suporte (WS-Trust) ativo e passivo e (WS-Federation e SAML 2.0). Neste post, eu vou iniciar com uma vis&atilde;o geral do AD FS 2.0 e fornecer esclarecimento sobre como os desenvolvedores em conjunto com os IT-Pros podem usar AD FS 2.0 em suas solu&ccedil;&otilde;es de identidade. O foco &eacute; a funcionalidade de emiss&atilde;o de token do AD FS 2.0. A emiss&atilde;o de token &eacute; apenas uma pequena parte do AD FS 2.0. </p>
<p>A arquitetura, AD FS 2.0 &eacute; criado na parte superior de WIF Windows Communication Foundation (WCF), portanto, se voc&ecirc; estiver familiarizado com essas tecnologias, voc&ecirc; deve se sentir &agrave; direita em casa com AD FS 2.0. Vamos come&ccedil;ar analisar a parte da arquitetura de uma infraestrutura interna sem alta redund&acirc;ncia. Voc&ecirc; pode usar AD FS 2.0 em v&aacute;rios cen&aacute;rios comuns. O cen&aacute;rio mais simples e mais comum &eacute; usar AD FS 2.0 como um provedor de identidade para que possa emitir tokens SAML para identidades que ele gerencia. Para que, uma nova parte confiante precisa ser criado. Uma parte confiante no AD FS 2.0 &eacute; uma representa&ccedil;&atilde;o de um aplicativo (um site ou um servi&ccedil;o Web) e cont&eacute;m todas as informa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; seguran&ccedil;a informa&ccedil;&otilde;es, como o certificado de criptografia, alega regras de transforma&ccedil;&atilde;o e assim por diante. O exemplo mostra uma infraestrutura b&aacute;sica de uma aplica&ccedil;&atilde;o web:</p>
<p><b>Exemplo Infraestrutura sem HA via ADFS 2.0:</b></p>
<p><a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/5381.image_4ED0DF52.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/CommunityServer-Blogs-Components-WeblogFiles/00-00-00-68-39-metablogapi/5381.image_5F00_4ED0DF52.png"><img height="248" width="429" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/2677.image_thumb_250D645F.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/CommunityServer-Blogs-Components-WeblogFiles/00-00-00-68-39-metablogapi/2677.image_5F00_thumb_5F00_250D645F.png" alt="ADFS 2.0" border="0" title="ADFS 2.0" style="display: inline; border: 0px;" /></a> </p>
<p>A estrutura interna &eacute; baseada em uma infraestrutura b&aacute;sica com Active Directory e os correspondentes servi&ccedil;os (Provedore de Identidades). O ADFS 2.0 Federation Service na rede corporativa tem a fun&ccedil;&atilde;o de um Secure Token Service. Todas as requisi&ccedil;&otilde;es internas s&atilde;o redirecionadas para este servidor e ele garante a autentica&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o dos token de seguran&ccedil;a. Para garantir a integra&ccedil;&atilde;o com a internet ADFS 2.0 oferece uma fun&ccedil;&atilde;o adicional que se chama ADFS Proxy, que n&atilde;o fais parte do dom&iacute;nio . Usu&aacute;rios externos que acessam aplica&ccedil;&otilde;es web s&atilde;o redirecionadas para o Federation proxy que por se mostra um tela de logon. As informa&ccedil;&otilde;es preenchidas s&atilde;o entregas via porta 443 para o ADFS 2.0 Federation na rede corporativa, que garanta a autentica&ccedil;&atilde;o e cria&ccedil;&atilde;o do token de seguran&ccedil;a. </p>
<p><b>Exemplo de um fluxo de autentica&ccedil;&atilde;o via ADFS 2.0:</b></p>
<p><a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/6886.image_3056789C.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/CommunityServer-Blogs-Components-WeblogFiles/00-00-00-68-39-metablogapi/6886.image_5F00_3056789C.png"><img height="230" width="432" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/2502.image_thumb_78C0B7AD.png" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/CommunityServer-Blogs-Components-WeblogFiles/00-00-00-68-39-metablogapi/2502.image_5F00_thumb_5F00_78C0B7AD.png" alt="image" border="0" title="image" style="display: inline; border: 0px;" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>I<b>nfraestrutura ADFS 2.0 com alta redund&acirc;ncia:</b></p>
<p><a href="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/8865.clip_image002_52122B60.jpg" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/CommunityServer-Blogs-Components-WeblogFiles/00-00-00-68-39-metablogapi/8865.clip_5F00_image002_5F00_52122B60.jpg"><img height="248" width="433" src="https://msdnshared.blob.core.windows.net/media/TNBlogsFS/prod.evol.blogs.technet.com/CommunityServer.Blogs.Components.WeblogFiles/00/00/00/68/39/metablogapi/1425.clip_image002_thumb_4F88F9A2.jpg" original-url="http://blogs.technet.com/cfs-file.ashx/__key/CommunityServer-Blogs-Components-WeblogFiles/00-00-00-68-39-metablogapi/1425.clip_5F00_image002_5F00_thumb_5F00_4F88F9A2.jpg" alt="clip_image002" border="0" title="clip_image002" style="display: inline; border: 0px;" /></a></p>
<p>ADFS oferece a cria&ccedil;&atilde;o de uma Farm baseada em um reposit&oacute;rio &uacute;nico de um banco de dados SQL 2008. Todo balanceamento de carga e feito via NLBS ou Hardware de balanceamento de carga.</p>
<p>Como voc&ecirc; viu neste post, o STS do AD FS 2.0 fornece uma solu&ccedil;&atilde;o solu&ccedil;&atilde;o pronta para habilitar declara&ccedil;&otilde;es seus servi&ccedil;os WCF e aplicativos baseados em navegador. STS propriamente dito &eacute; apenas uma pequena parte do AD FS 2.0, que tamb&eacute;m inclui um CardSpace sistema, um mecanismo de transforma&ccedil;&atilde;o de declara&ccedil;&otilde;es baseado em regra, servi&ccedil;os de infraestrutura, gerenciamento e configura&ccedil;&atilde;o do gerenciamento de confian&ccedil;a autom&aacute;ticas e suas respectivas ferramentas de provisionamento. Juntamente com WIF, AD FS 2.0 cria uma combina&ccedil;&atilde;o poderosa para solu&ccedil;&otilde;es de identidade do programa na plataforma Windows.</p>
<p><strong>Se voce gostariam saber mais :</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ee914589.aspx">Desenvolvimento ADFS 2.0</a></li>
<li><a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/security/aa570351.aspx">Windows Identity Foundation</a></li>
<li><a href="http://technet.microsoft.com/en-us/library/adfs2-design-guide(WS.10).aspx">ADFS Design Guide</a></li>
</ul>
<p>Abra&ccedil;os Markus</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" style="margin: 0px; display: inline; float: none; padding: 0px;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/ADFS+2.0">ADFS 2.0</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Arquitetura+de+TI">Arquitetura de TI</a></div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>ArqCast Brasil–Adaptive Streaming com Windows Azure Storage e CDN</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/arqcast-brasiladaptive-streaming-com-windows-azure-storage-e-cdn</link>
      <pubDate>Fri, 06 May 2011 13:14:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/05/06/arqcast-brasiladaptive-streaming-com-windows-azure-storage-e-cdn/</guid>
      <description><![CDATA[Ola,
Vamos continuar com a nossa serie ArqCast ! Depois de quase um ano sem ArqCast nos vamos...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ola,</p>
<p>Vamos continuar com a nossa serie ArqCast ! Depois de quase um ano sem ArqCast nos vamos continuar com o mesmo objetivo mas com uma entrega mais moderno. Neste v&iacute;deo eu vou falar sobre como publicar um v&iacute;deo com adaptive streaming no Windows Azure Blog Storage.</p>
<p><a href="https://channel9.msdn.com/Blogs/Markus+Christen/ArqCast-Brasil-Adaptive-Streaming-com-Windows-Azure">https://channel9.msdn.com/Blogs/Markus+Christen/ArqCast-Brasil-Adaptive-Streaming-com-Windows-Azure</a></p>
<p>&nbsp;<b>Links importantes: </b></p>
<ul>
<li><a href="http://blog.smarx.com/posts/smooth-streaming-with-windows-azure-blobs-and-cdn">http://blog.smarx.com/posts/smooth-streaming-with-windows-azure-blobs-and-cdn</a> </li>
<li><a href="http://www.microsoft.com/azure">http://www.microsoft.com/azure</a> </li>
<li><a href="http://blog.smarx.com/posts/publishing-adaptive-streaming-video-from-expression-encoder-to-windows-azure-blobs">http://blog.smarx.com/posts/publishing-adaptive-streaming-video-from-expression-encoder-to-windows-azure-blobs</a> </li>
<li><a href="http://code.msdn.microsoft.com/streamingazure">http://code.msdn.microsoft.com/streamingazure</a> </li>
</ul>
<p>Espero que voc&ecirc;s gostem ;)</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Cloud Computing para Arquitetos de TI: Private Cloud - Incentivar comportamentos desejados e prevenir uso inadequado dos recursos de TI</title>
      <link>https://docs.microsoft.com/archive/blogs/markuschristen/cloud-computing-para-arquitetos-de-ti-private-cloud-incentivar-comportamentos-desejados-e-prevenir-uso-inadequado-dos-recursos-de-ti</link>
      <pubDate>Thu, 05 May 2011 08:26:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[Markus Christen]]></dc:creator>
      <guid
        isPermaLink="false">https://blogs.technet.microsoft.com/markuschristen/2011/05/05/cloud-computing-para-arquitetos-de-ti-private-cloud-incentivar-comportamentos-desejados-e-prevenir-uso-inadequado-dos-recursos-de-ti/</guid>
      <description><![CDATA[Ol&aacute; meus amigos, vamos continuar com a s&eacute;rie sobre Cloud Computing para Arquitetos de...]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ol&aacute; meus amigos, vamos continuar com a s&eacute;rie sobre Cloud Computing para Arquitetos de TI. Como mencionado no ultimo post sobre Cloud Computing vamos considerar sete princ&iacute;pios, patterns, da Private Cloud: </p>
<ol>
<li>Percep&ccedil;&atilde;o da capacidade Infinita de recursos de TI </li>
<li>Previsibilidade Consistente de recursos de TI </li>
<li>Provedor de Servi&ccedil;os de Infraestrutura (IaaS) </li>
<li>Resili&ecirc;ncia e Redund&acirc;ncia Garantida de recursos de TI </li>
<li>Automa&ccedil;&atilde;o e Orquestra&ccedil;&atilde;o dos processos de TI </li>
<li>Optimiza&ccedil;&atilde;o do uso de Recursos de TI </li>
<li><strong>Incentivar comportamentos desejados e prevenir uso inadequado dos recursos de TI</strong> </li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>&nbsp;</strong></h1>
<h1><strong>Incentivar comportamentos desejados e prevenir uso inadequado dos recursos de TI!</strong></h1>
<p>Muitos dos princ&iacute;pios da Private Cloud podem incentivar comportamentos negativos, se n&atilde;o existem processos de governan&ccedil;a. A percep&ccedil;&atilde;o da capacidade infinita pode resultar em uso de capacidades como um substituto de gerenciamento de carga eficaz no n&iacute;vel de software. </p>
<p>Por exemplo, as tecnologias de virtualiza&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m podem levar crescimento n&atilde;o controlado de servidores, onde VMs s&atilde;o criados sobre demanda, mas n&atilde;o h&aacute; mecanismos para a remo&ccedil;&atilde;o dos VMs quando n&atilde;o s&atilde;o mais necess&aacute;rios. Isso pode ser percebido como uma melhoria na qualidade e agilidade de um servi&ccedil;o, mas afeta negativamente o custo da infraestrutura necess&aacute;ria para atingir essas metas. Private Cloud n&atilde;o &eacute; um &ldquo;Playground&rdquo; de recursos de TI ! </p>
<p>Portanto, incentivar o comportamento desejado para consumo de servi&ccedil;os &eacute; um princ&iacute;pio-chave na consecu&ccedil;&atilde;o de reduzir custos. Algumas empresas incentivam os consumidores com politicas de uso como m&aacute;ximo de VM&rsquo;s, espace de armazenamento e uso da rede. Se eles ultrapassam as politicas definidas, eles entram em um fluxo de trabalho de extens&atilde;o.</p>
<p>Mas como controlar o aspecto de custos? Neste contexto &eacute; importante o termo de &ldquo;Chargeback&rdquo;. &ldquo;Chargeback&rdquo; &eacute; a capacidade de cobrar por recursos consumidos em vez de uma taxa fixa atribu&iacute;da capacidade. O conceito de &ldquo;Chargeback&rdquo; &eacute; uma parte elementar e controversa da &ldquo;Private Cloud&rdquo;.</p>
<p>Alguns sustentam que pre&ccedil;os muito granular devem estar aplicados para operar com efici&ecirc;ncia; outros sustentam que alta granularidade pode se refletir negativamente na capacidade da escalabilidade e flexibilidade que s&atilde;o os verdadeiros benef&iacute;cios da &ldquo;Private Cloud. </p>
<p>A pr&aacute;tica comum hoje &eacute; que, no pedido do servi&ccedil;o, uma m&aacute;quina de quatro processadores com 16 GB de mem&oacute;ria, 50 GB de armazenamento e 8 NICs, uma taxa fixo &eacute; aplicado, o que significa que um total de custos para a aquisi&ccedil;&atilde;o do sistema &eacute; transferida do grupo solicitante para a organiza&ccedil;&atilde;o de TI; Al&eacute;m disso, os custos operacionais do grupo de TI s&atilde;o aplicadas, proporcionalmente, &agrave;s consumidores dos recursos de IT.</p>
<p>Se voc&ecirc; gostaria de conhecer mais sobre assunto acessa o portal da Microsoft sobre a computa&ccedil;&atilde;o em nuvem: <a href="http://www.microsoft.com/virtualization/en/us/cloud-computing.aspx">http://www.microsoft.com/virtualization/en/us/cloud-computing.aspx</a></p>
<p>At&eacute; o pr&oacute;ximo post,</p>
<p>Markus</p>
<p>Baseado no artigo:&nbsp;<a href="http://blogs.technet.com/b/privatecloud/archive/2010/10/12/private-cloud-principles.aspx">http://blogs.technet.com/b/privatecloud/archive/2010/10/12/private-cloud-principles.aspx</a></p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" style="margin: 0px; display: inline; float: none; padding: 0px;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Arquitetura">Arquitetura</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Cloud+Computing">Cloud Computing</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Private+Cloud">Private Cloud</a></div>]]></content:encoded>
    </item>
  </channel>
</rss>