Uma família de softwares de planilhas da Microsoft com ferramentas para analisar, criar gráficos e comunicar dados.
Só para enriquecer este tópico, achei um artigo acadêmico interessante, onde o autor estuda a aplicação da TIR em fluxos de caixas não convencionais, e lá tem justamente o modelo do consórcio, que eu destaco o seguinte trecho:
"Um projeto de investimento começa com desembolsos de caixa nos anos de implantação, isto é, com balanço negativo. Se no decorrer da execução, ocorrem entradas intermediárias de caixa que tornam o balanço positivo para uma determinada taxa de juros, isso significará que todo investimento foi resgatado e o investidor começou a receber os lucros do projeto. Sendo o investimento não convencional, tais lucros (no todo ou em parte) deverão ser devolvidos ao projeto, numa data futura e desse modo, a retirada ficará caracterizada como um empréstimo do projeto ao investidor e, nessa lógica, não faz sentido o cálculo de uma “taxa de retorno” para o empréstimo."
O link para baixar o artigo é: http://revista.feb.unesp.br/index.php/gepros/article/download/184/133
Abraços!