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Agentes autônomos no Copilot Studio ampliam o valor da orquestração generativa ao permitir que a IA aja sem esperar por um pedido do usuário. Esses agentes percebem eventos, tomam decisões e executam tarefas de forma independente, usando gatilhos, instruções e guarda-corpos que você define. Em vez de responder apenas em conversas, eles operam continuamente em segundo plano — monitorando dados, reagindo às condições e executando fluxos de trabalho em escala.
Em cenários empresariais, a autonomia permite que os agentes lidam com tarefas sensíveis ao tempo ou rotineiras, como processar atualizações, triagem de eventos ou iniciar ações de acompanhamento, mantendo-se alinhados com as políticas organizacionais. O Copilot Studio garante que a autonomia permaneça controlada. Todo agente opera dentro de permissões definidas, limites explícitos de decisão e processos auditáveis.
Melhores práticas para implementação
Defina escopo e objetivos claros: Dê ao agente uma tarefa ou domínio bem definido. Especifique claramente o que ela deve realizar e onde termina sua autoridade. Um escopo restrito e explícito impede que o agente "se afaste" em ações não intencionais.
Forneça dados e instruções de qualidade: Garanta que o agente tenha dados e regras precisos e relevantes. Lembre-se do princípio "lixo entra, lixo sai."—a inteligência e as decisões do agente só são tão boas quanto as informações e o treinamento que você fornece. Conhecimento bem curado e casos de teste levam a um desempenho melhor.
Teste minuciosamente e implemente gradualmente: teste o agente em um ambiente seguro e controlado antes da implantação completa. Comece com simulações ou um sandbox para ver como o agente se comporta em vários cenários. Corrija quaisquer comportamentos inesperados e depois implemente em etapas. Monitore de perto as decisões do agente no início para criar confiança de que ele está agindo como pretendido.
Implemente supervisão humana para ações críticas: Para tarefas de alto risco, mantenha a pessoa informada. Configure o agente para solicitar aprovação ou confirmação de uma pessoa antes de executar ações que possam ser sensíveis. Essa abordagem garante que o controle final permaneça com especialistas humanos quando realmente importa.
Itere e melhore: trate um agente autônomo como um projeto em evolução. Revise regularmente seu desempenho e feedback. Atualize suas instruções ou expanda suas capacidades gradualmente conforme comprove confiabilidade. Pequenas expansões incrementais de responsabilidade são mais seguras do que dar ao agente autonomia demais de uma só vez.
Considerações de segurança e guarda-corpos
Acesso com menos privilégio: Limite as permissões do agente apenas ao que ele absolutamente precisa para cumprir seu trabalho. Esse princípio de menor privilégio significa que, se o agente só precisa ler um banco de dados, não dê também o acesso de escrita. Restringir fortemente seu acesso reduz os danos potenciais caso ele funcione mal ou seja mal utilizado.
Validação e autenticidade da entrada: Certifique-se de que os eventos ou dados que acionam o agente sejam autênticos e esperados. Por exemplo, se um agente reagir a e-mails recebidos, use verificações de verificação (como validação do remetente ou palavras-chave específicas) para que um atacante não possa facilmente falsificar um gatilho. Da mesma forma, coloque o agente atrás da autenticação — apenas sistemas ou usuários autorizados devem poder invocar suas funções.
Proteções robustas e sistemas de segurança: Programe limites rigorosos para as ações do agente. Esse limite pode incluir instruções como "envie um e-mail apenas após verificar uma fonte de conhecimento."
Auditoria de registro e monitoramento: Mantenha registros detalhados de tudo que o agente faz, como gatilhos recebidos, decisões tomadas e ações tomadas. Auditorias regulares desses registros ajudam a garantir que o agente esteja seguindo a política e permitem a análise caso algo dê errado. Muitas organizações integram a atividade dos agentes em seus sistemas de monitoramento de segurança. Comportamentos suspeitos — como o agente acessando dados que normalmente não acessariam — devem gerar um alerta imediato.
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